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Este material saiu de dentro da Mentoria Suno — o único espaço onde você aprende ao vivo com Tiago Reis, Professor Baroni e os analistas da Suno. Aqui, o Tiago compartilhou o framework que ele usa para identificar negócios de qualidade real.

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O chocolate que reconfigurou a cabeça do maior investidor do mundo

Em 1972, Warren Buffett comprou uma pequena chocolateria californiana chamada See's Candies por 25 milhões de dólares. Parecia um negócio simples — talvez até pequeno demais para o tamanho da Berkshire. Mas esse case mudaria para sempre a forma como ele investia.

O que Buffett descobriu foi o seguinte: a See's conseguia aumentar preço todos os anos — e os clientes simplesmente continuavam comprando. Não havia perda de volume. Não havia fuga para o concorrente. E o melhor: aumentar preço não exige capital.

Durante 25 anos, a See's cresceu o lucro em média 8% ao ano — com a inflação americana em torno de 3%. Não por volume, mas por aumento de preço. Tinham uma fidelidade tão alta que simplesmente repassavam o custo — e ninguém saía.

"Aumentar preço é a melhor coisa que tem. Você aumenta o preço e não precisa de capital para isso."

— Tiago Reis, Mentoria Suno · Junho 2026

Foi esse negócio que ensinou Buffett a abandonar a busca por ativos baratos e passar a procurar algo mais raro: empresas com fossos — vantagens competitivas que duram. E é exatamente esse o raciocínio que o Tiago Reis traz para a Mentoria Suno.

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Quais empresas brasileiras têm
esse tipo de vantagem competitiva hoje?

Veja quais empresas brasileiras passam nesse teste — e quais não passam.Insira seu e-mail para desbloquear os 4 tipos de vantagem competitiva com exemplos reais de empresas do Brasil — e as 3 perguntas que o Tiago usa antes de qualquer alocação.

Os 4 tipos de fosso Exemplos brasileiros reais O teste das 3 perguntas
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Os 4 tipos de vantagem competitiva — com exemplos do Brasil

Na Mentoria, Tiago Reis e Peter Brito estruturaram cada tipo de fosso com exemplos concretos. Estes são os quatro — e o que você deve procurar em cada um.

01
Economia de escala
Quem cresce, fica mais barato

Quanto maior o volume, menor o custo por unidade. O concorrente menor não consegue chegar nos mesmos preços — e vai perdendo espaço aos poucos.

Ambev B3 Panvel (Grupo Dpaschoal)
02
Hábito de consumo e marca
Quando o cliente não troca mesmo podendo

As pessoas não compram Havaianas porque é mais confortável — compram pela marca. Um pedaço de borracha com um nome forte vale muito mais do que o seu custo de fabricação.

Havaianas (Alpargatas) Itaú See's Candies
03
Produtor de menor custo
Vantagem que nenhum capital compra

O eucalipto no Brasil cresce em 7 anos. Na Escandinávia, leva mais de 30. Esse é um fosso que nenhum concorrente europeu consegue replicar — independente de quanto invista.

Vale Klabin Suzano
04
Efeito de rede
O produto vale mais porque outros usam

Você poderia criar um app melhor que o WhatsApp. Mas ninguém iria usar — porque seus contatos já estão lá. O valor cresce com o número de usuários, criando um ciclo difícil de quebrar.

Facebook / WhatsApp Mercado Livre Amazon

3 perguntas para aplicar em qualquer empresa agora

Esse é o raciocínio que o Tiago usa antes de alocar. São três perguntas simples — mas a terceira é onde a maioria dos investidores trava.

1 Essa empresa consegue aumentar preço sem perder cliente?

Se sim, você provavelmente está diante de marca forte ou hábito de consumo consolidado. Cielo não conseguia. Havaianas conseguia. Essa diferença vale anos de retorno.

2 Quanto capital ela precisa reinvestir para continuar crescendo?

Os melhores negócios crescem gerando caixa — não consumindo. A Apple terceiriza a fabricação para a Foxconn e cresce sem construir fábricas. Quanto menos capital necessário, mais valioso o crescimento.

3 Essa vantagem dura — ou pode ser copiada nos próximos 5 anos?

A Cielo tinha um duopólio protegido. Quando o Banco Central abriu a competição, a vantagem foi embora. Rentabilidade sem durabilidade não é qualidade — é oportunidade temporária. E as duas parecem iguais de longe.

Onde a maioria trava

"A terceira pergunta é a mais difícil — e é a que mais separa quem acerta de quem erra. Responder exige conhecer o histórico competitivo e os sinais de erosão. É exatamente isso que a gente pratica ao vivo na Mentoria."

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